“Que o cidadão de bem não morra”, diz Bolsonaro sobre sequestro no RJ

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Em entrevista nesta terça-feira (20), o presidente Jair Bolsonaro falou sobre o sequestro a um ônibus no Rio de Janeiro, com 35 reféns, que resultou na morte do sequestrador. Quando indagado sobre a defesa da execução do sequestrador, Bolsonaro respondeu: “Eu defendo que o cidadão de bem não morra na mão dessas pessoas”.

O presidente relembrou o caso do sequestro do ônibus 174, quando Sandro Barbosa, sobrevivente da chacina da candelária, sequestrou o veículo por mais de quatro horas, até sair do ônibus utilizando uma refém como escudo humano. Um policial atirou, e o sequestrador também, resultando na morte da refém. Sandro foi preso e morto dentro da viatura.

De acordo com Bolsonaro, o procedimento em casos como esse é não atirar, “O que que aconteceu? Morreu uma professora inocente. E depois esse vagabundo morreu no camburão”, acrescentou ele.

Os policiais que assassinaram Sandro foram julgados e absolvidos: “Quase você bota alguns policiais, condena de doze a trinta anos de cadeia por causa de uma marginal como aquele do ônibus 174”, completou Bolsonaro, que quer mandar um projeto para o Senado que exclua a ilicitude penal, para que os policiais possam agir em casos como esses

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