Maior parte das abelhas mortas em SP foram contaminadas com agrotóxicos

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Para evitar as mortes e um desequilíbrio ambiental, o Ministério Público quer a presença de um agrônomo no momento da aplicação dos venenos e o uso de novas tecnologias. 67% das abelhas tinham algum resíduo químico no corpo e 35% desses resíduos estavam relacionados à aplicação incorreta de produtos para controle de pragas e 18% à pulverização de agrotóxicos em canaviais. Para assistir ao conteúdo na íntegra, acesse PlayPlus.com

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