Jovem do ‘eu sou ladrão e vacilão’ comete outro crime e é condenado | Primeiro Impacto (12/09/19)

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Ruan Rocha da Silva ficou conhecido em todo o Brasil em julho de 2017, ao ter a frase “eu sou ladrão e vacilão” tatuada na testa. Na ocasião, o rapaz, então com 17 anos, teria sido flagrado tentando roubar uma bicicleta e como forma de corretivo teve o desenho feito pelo tatuador Maycon Wesley Carvalho dos Reis, de 27 anos, e pelo vizinho dele, Ronildo Moreira de Araújo, de 29. Após o ocorrido, os dois homens foram presos e condenados pelo crime de tortura. Já Ruan recebeu ajuda profissional por ser dependente químico e um financiamento coletivo chegou a ser feito para pagar o procedimento de remoção da tatuagem.

O homem, porém, voltou a ser preso em fevereiro deste ano, após furtar um agasalho e um celular de funcionárias de uma Unidade Básica de Saúde (UBS), em São Bernardo do Campo, Grande São Paulo. Condenado a quatro anos e oito meses de prisão em regime semiaberto pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, Ruan foi considerado perigoso para conviver em sociedade devido a atitude violenta com uma das suas vítimas e pela práica de outros atos infracionais enquanto era menor de idade.

Após o episódio da tatuagem, Ruan foi preso no ano seguinte por furtar desodorantes em um supermercado de Mairiporã, na Grande São Paulo. Ele foi solto ao pagar uma fiança no valor R$ 1 mil e respondeu em liberdade.

Para o Conselho Estadual dos Direitos Humanos, a justiça falhou em não observar que o rapaz é doente e comete os crimes por causa da dependência em drogas.

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